Não entendo!
Não conseguimos estar em sintonia!
nem uma vez, nem um dia, nem uma hora!
porque raio tem sempre de ser tudo assim!
O azeite e a água! O Vinho e o vinagre! O doce e o salgado!
E esta imensa vontade que não desaparece!!!!
Queria voltar a ter contigo as mais incriveis inconfidências...
As mais loucas fantasias!
Fazermso tudo, de uma acentada só e no final restar apenas o fumo dos cigarros e o cheiro do teu corpo!
Tenho saudades do cheiro do teu corpo, de te sentir colado a mim!
.....
quarta-feira, 17 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
vinho
Corpos diluídos
nos copos servidos de vinho,
Olhares trocados lascivos
que se perpetuam na efemeridade um momento transversal, único.
A luz vermelha translucida as aureas consumidas que se enleam numa única teia
que os prende, que os cola, que abafa os racionais sentidos e eleva os gemidos
perdidos pela madrugada assolapada, acometida de fervorosa actividade..
O toque ígneo prescruta cantos escondidos há demasiado tempo
e ganha garras que tudo sentem e que se fendem nas entranhas quentes.
Deslizam num mar de fogo dos lencóis rubros
incandescentes, vulcânicos, assumindo a cabeça perdida
navegam sem destino com sede de mais e mais..
um mais ser, um mais querer, um mais conhecer..
um mais um, que poderá ser, que poderá dar,
quando a força do desejo usurpa a razão...
e tudo o mais se esfuma em coloridas baforadas.
Em lábios de vinho e copos de sangue
demoníacos vampiros rasgam a pele outrora protegida pela intelecta protecção
soltam os mais recatados vícios inundados de prazer,
e desfazem-se em contorcidos momentos de indelével deleite.
Os corpos desapegam-se e murcham moribundos até à nova noite quente os assolar
e a branda razão ser apagada em mais um copo de vinho.
nos copos servidos de vinho,
Olhares trocados lascivos
que se perpetuam na efemeridade um momento transversal, único.
A luz vermelha translucida as aureas consumidas que se enleam numa única teia
que os prende, que os cola, que abafa os racionais sentidos e eleva os gemidos
perdidos pela madrugada assolapada, acometida de fervorosa actividade..
O toque ígneo prescruta cantos escondidos há demasiado tempo
e ganha garras que tudo sentem e que se fendem nas entranhas quentes.
Deslizam num mar de fogo dos lencóis rubros
incandescentes, vulcânicos, assumindo a cabeça perdida
navegam sem destino com sede de mais e mais..
um mais ser, um mais querer, um mais conhecer..
um mais um, que poderá ser, que poderá dar,
quando a força do desejo usurpa a razão...
e tudo o mais se esfuma em coloridas baforadas.
Em lábios de vinho e copos de sangue
demoníacos vampiros rasgam a pele outrora protegida pela intelecta protecção
soltam os mais recatados vícios inundados de prazer,
e desfazem-se em contorcidos momentos de indelével deleite.
Os corpos desapegam-se e murcham moribundos até à nova noite quente os assolar
e a branda razão ser apagada em mais um copo de vinho.
Se calhar não quero!
Hoje devia estar contente!
Afinal acabou tudo, já não temos de mentir...
Mas a piada também acabou...
Sinto que perdemos o melhor de nós... O esconderijo....
Nem queria acreditar que era verdade! Se calhar porque só queria que fosse mentira!
A louca forma como te desejo, parece que assim já não faz sentido.
Já não basta a solidão de um olhar... é o seu preenchimento que faz a diferença...
E fumamos mais um cigarro, enquanto me questiono se realmente me queres...
Sei que fizeste uma nova amiga, não fiquei contente, questionas se tenho ciumes....
Não! Não gosto é de competição!
Dizes que ela faz coisas que eu não faço!!!!
Perco o desejo, mesmo quando dizes que sou única!
E durmo a sonhar contigo, com as tuas mãos, com o teu corpo!!
A tua boca e a tua língua a passearem-se em mim....
Mas não sei se te vou voltar a ter... Se calhar não quero!
Afinal acabou tudo, já não temos de mentir...
Mas a piada também acabou...
Sinto que perdemos o melhor de nós... O esconderijo....
Nem queria acreditar que era verdade! Se calhar porque só queria que fosse mentira!
A louca forma como te desejo, parece que assim já não faz sentido.
Já não basta a solidão de um olhar... é o seu preenchimento que faz a diferença...
E fumamos mais um cigarro, enquanto me questiono se realmente me queres...
Sei que fizeste uma nova amiga, não fiquei contente, questionas se tenho ciumes....
Não! Não gosto é de competição!
Dizes que ela faz coisas que eu não faço!!!!
Perco o desejo, mesmo quando dizes que sou única!
E durmo a sonhar contigo, com as tuas mãos, com o teu corpo!!
A tua boca e a tua língua a passearem-se em mim....

Mas não sei se te vou voltar a ter... Se calhar não quero!
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